ernanda
Takai e John Ulhoa, integrantes da banda Pato Fu, conversam
com o público sobre música, literatura
e aproveitam para lançar o CD “Toda cura
para todo mal”, em mais uma edição
do projeto “Sempre um Papo”, com parceria
da Livraria e Editora Valer.
Dia 23 de outubro às 19h30, no Teatro da Uninorte
- Av.Joaquim Nabuco - Centro.
A entrada é franca.
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Sobre
a Banda
Bom,
pra começar, a banda Pato Fu faz um estilo, vamos
dizer... praticamente cult. Toca o experimentalismo
pop de ruído, uma coisa meio “Tom Zé”.
Sua música tem influências eletrônicas,
algo a ver com o Skank, tem a classe de um concerto
de orquestra de câmara e ao mesmo tempo uma banda
de rock com batidas fortes que agradam aos mais ligados
na música alternativa. O Pato Fu teve início
quando Fernanda Takai, até então vocalista
da banda “Fernanda & 3 Do Povo”, decidiu
formar uma banda com dois amigos de uma loja de guitarras
onde ela costumava comprar encordoamentos. Os amigos
eram John Ulhoa e Ricardo Koctus, da banda “Sustados
por um Gesto”. Decidiram chamar-se Pato Fu em
alusão a uma tira de quadrinhos em que o gato
Garfield lutava o “gato-fu”. Trocaram à
primeira letra, e ficaram com um nome tão estranho
quanto o som que fariam mais tarde. Em outubro de 1992,
gravaram a sua primeira fita demo, e no final do ano,
começaram a se apresentar em Belo Horizonte.
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A
banda atualmente é composta por Fernanda Takai,
John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande Tamietti e Lulu Camargo.
Entre suas músicas mais famosas estão
"Depois", "Made in Japan", "Ando
meio Desligado" e "Canção pra
Você Viver Mais". A única banda brasileira
capaz de compor e gravar uma música em japonês
e ainda transformá-la em hit, diretamente do
outro lado do globo. Neste novo CD, gravado e mixado
num estúdio caseiro de John e Fernanda, somaram-se
canções inéditas que já
se acumulavam desde o MTV Ao Vivo. Seu trabalho esteve
entre os mais elogiados e premiados do ano passado,
com destaque para “Let It Bed”, de Arnaldo
Baptista. Músicas como "Sobre o Tempo"
e "Qualquer Bobagem" garantiram o prêmio
de revelação no 1,º Video Music Awards
da MTV Brasil. Fernanda Takai mostra que atingiu sua
maioridade como cantora. Leva o ouvinte pra onde quer.
Faz todo mundo bater palmas e cantar em "Sorte
e Azar" e "Anormal", a canção
que abre o disco.
O Pato Fu continua fazendo canções que
ninguém mais conseguiria fazer: uma balada caipira-cibernética
na qual, um robô canta uma moda de viola eletrônica.
Tema perfeito para sites com Internet banda larga. Em
"Estudar Pra Quê?", "Tudo"
e "O Que é Isso?" percebemos que a
banda continua entortando e desentortando a música
eletrônica e seus temas minimalistas. Junte isso
à voz de pé de ouvido de Fernanda Takai
e o resultado é uma música instigante,
divertida e inteligente.
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